Mas se você não se sente assim, se vê tudo isso como uma utopia e não como um estado natural do ser humano saudável, precisa entender que nosso corpo é formado por aproximadamente 100 trilhões de células e cada uma dessas células necessita de inúmeros nutrientes para garantir o seu perfeito funcionamento. A ausência de algum nutriente propiciará o inadequado funcionamento das células e dependendo da gravidade desta deficiência, poderá interferir no seu bem-estar físico e mental.
Dessa forma, o conceito ortomolecular agregado a nutrição funcional, buscam o entendimento das necessidades dos organismos e células, para manterem-se vivos e funcionais. São ciencias que investigam como o corpo quebra os alimentos e utiliza os nutrientes adquiridos através deste para consertar, manter e criar células e tecidos, buscando a compreensão da fisiologia a cerca de cada processo químico desse laboratório fantástico chamado corpo humano, que tem como base de funcionamento, a nutrição. Nutrição é o estado fisiológico que resulta do consumo e da utilização biológica de energia e nutrientes em nível celular. Ou seja, é o resultado do processo de quebra dos alimentos após a ingestão e utilização de seus substratos como fonte de energia e nutrientes para as células funcionarem, promovendo a homeostase do organismo.
COMER NÃO É A MESMA COISA QUE NUTRIR-SE.
Quero dizer que, nutrir-se não é a mesma coisa que comer. Comer, pode-se qualquer coisa, já nutrir-se, vai mais além... Nutrir-se é fornecer ao organismo, elementos bioidenticos capazes de atenderem a todos os processos bioquímicos e fisiológicos necessários desse incrível “laboratório bioquímico' que é o corpo humano, percorrendo um longo e complexo caminho que inicia na boca e precisa chegar dentro de 100 trilhões de células, através de receptores perfeitamente codificados para cada um dos micronutrientes essenciais para o perfeito funcionamento da maquina humana, tal qual uma chave e uma fechadura, de forma que só é possível funcionar, se forem exatamente compatíveis e reconhecidos por todos estes receptores celulares desenvolvidos ao longo dos mais de 300 mil anos de evolução, ao longo dos quais, vivemos, a imensa maioria do tempo, em ambientes completamente diferentes do ambiente em que vivemos hoje, em que expomos nosso genoma milenar, a ambientes tóxicos, produtos comestíveis tóxicos, oxigênio tóxico, água tóxica, poluição eletromagnética e desrespeito total ao ciclo cicardiano que rege todos os seres vivos do planeta.
Precisamos resgatar, ao menos um pouco da nossa ancestralidade, se quisermos ser, ao menos um pouco, seres humanos, deixando de ser um subproduto da inconsciência alimentar regida por interesses econômicos que nos degradam pelas mãos da indústria alimentícia, e nos escravizam pelas mãos da indústria farmacêutica.
Rogério Pletz.
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